Livro Inteligência
Sobre o Autor
Conteúdo
Comentários/Leitores
Trechos do Livro
Frases citadas
Bibliografia
Discussões
Compre aqui!
Cotidiano
Seja você mesmo!
Desprograme-se!
Sensação de vazio?
Sua liberdade
Rebele-se!
Filosofadas
Seja punk
Mundo de Ilusões
Mundo de Ilusões
Conspirações
Dreamland
Vídeos
Referência
Diário da estrada
Viajadas do autor
Gente que faz
Everton Spolaor
Sou um simples mortal que cultiva o constante aprimoramento do intelecto e que se esforça para tornar este mundo um pouco melhor. Seja bem vindo ao meu website.
Fontes de Inspiração:
Emerson, Einstein, Krishnamurti, Charles Darwin, Thoreau

Como aumentar seu Q.I.

Everton Spolaor - abril de 2011

De tanto me deparar com sites, livros e matérias sugerindo dicas “mágicas” que prometem aumentar o Q.I. das pessoas, decidi que é hora de dar um basta em toda esta proliferação de falácias. Sejamos objetivos. Vou especificar aqui uma sequência de passos efetivos para quem, por algum motivo, deseja ampliar seu Q.I. Então vamos lá?

O primeiro passo consiste em ter em mente o fato de que inteligência e Q.I. são conceitos bastante diferentes. Logo a seguir farei uma pequena abordagem para deixar clara esta diferença. Assim, conhecendo você a diferença entre Q.I. e a verdadeira inteligência, o segundo passo que deves dar para ampliar seu Q.I. é responder à seguinte pergunta:

Você quer ampliar o seu Q.I. ou a sua inteligência?

Para ajudá-lo a responder a esta pergunta, vamos identificar o que exatamente o Q.I. vem a ser.




Considere o seguinte:

O quociente intelectual, equivocadamente conhecido também como quociente de inteligência, ou simplesmente Q.I., é um controverso parâmetro que tem a pretensão de indicar a quantidade de inteligência de uma pessoa. Existem até mesmo grupos e sociedades fechadas onde a admissão de novos membros é permitida somente mediante aprovação em testes de Q.I.

Um teste de Q.I. consiste em uma série de questões lógicas que não envolvem qualquer abstração, intuição ou análise de dados históricos. Por exemplo, é dada uma série de números como 1, 2, 2, 2, 3, 4, 4, 10, 5, 24, 6, 54, 7, 116, 8 e a pessoa precisa identificar qual é o número seguinte (que neste exemplo seria 242). Para solucionar este tipo de questão o indivíduo necessita utilizar apenas o intelecto, o raciocínio lógico. Assim, afirma-se que tão maior é o Q.I. de uma pessoa quanto maior for a capacidade que ela tem de resolver questões lógicas. E é justamente por isso que os indivíduos com maior Q.I. costumam ser os grandes mestres enxadristas, os grandes matemáticos, os desenvolvedores de linguagens de programação de computadores e diversos profissionais das ciências exatas.
[Do livro “Inteligência: caminhos para a plenitude”, de Everton Luiz Spolaor]

Ou seja, o Q.I. é uma espécie de índice obtido através de testes de raciocínio. Ele tem a pretensão de avaliar a "quantidade" de inteligência que uma pessoa tem. Mas esta idéia formada sobre o Q.I. não é verdadeira. Os testes de Q.I. não medem a inteligência de ninguém. Eles servem apenas para se ter uma estimativa da capacidade de raciocínio LÓGICO de uma pessoa. E raciocínio lógico é apenas uma minúscula faceta da verdadeira inteligência. A verdadeira inteligência precisa ver a vida como um todo, e não apenas uma faceta dela.

Já a inteligência, em seu verdadeiro significado, é a capacidade que um homem tem de modificar o ambiente a partir de idéias formadas por seu livre pensamento e sem influência significante de impulsos animais.

Existem pessoas que, para parecerem inteligentes perante outras pessoas, procuram memorizar fatos, frases de pensadores, conceitos, termos técnicos e toda sorte de informação. Mas suas próprias idéias são fúteis, vazias. Ou seja, usam somente a memória, não a inteligência. Uma pessoa que memoriza um monte de informações é apenas uma enciclopédia com pernas. Um verdadeiro sábio tem idéias próprias. Por outro lado, uma pessoa que saiba resolver problemas matemáticos complexos e que vença todos os jogos de xadrez, não é necessariamente mais inteligente que um jardineiro que sequer sabe ligar um computador. Se uma pessoa sabe jogar xadrez, mas não é capaz de cuidar de uma planta, que tipo miserável de inteligência é essa? De forma similar, que tipo de inteligência tosca é essa de alguém que conhece toda as equações de Maxwell e da Relatividade, mas não é capaz de se relacionar respeitosa e cordialmente com outras pessoas?

Bem, sabemos agora a diferença entre Q.I. e a verdadeira inteligência.

Se mesmo assim, você ainda deseja aumentar seu Q.I., por favor responda a segunda pergunta:

Você quer aumentar seu Q.I. para quê?

A resposta a esta pergunta é muito importante para que você possa direcionar seu esforço no sentido de alcançar a elevação desejada.

Imagino que a sua resposta seja uma das seguintes:
a) para me sentir superior às outras pessoas;
b) para me exibir;
c) porque sempre me saio mal nos estudos;
d) porque a NASA me contratou para projetar uma estação espacial controlada por inteligência artificial.

Se for por outro motivo, por favor me diga.

Posso estar enganado, e espero que não seja o seu caso, mas a maioria das pessoas que deseja ampliar o Q.I. tem este desejo tão somente pelos motivos "a" e "b".

Se "a" ou "b" foi a sua resposta, o método que sugiro para ampliar o Q.I. é o método I. Se não, é o método II.

Método I - Enganando os testes de Q.I.
(para quem respondeu "a" ou "b" na pergunta anterior)

Considere o seguinte:

Uma rápida busca na internet nos revela milhares de páginas que prometem aumentar o Q.I. através de exercícios simples de raciocínio. No entanto, o que a maioria desses exercícios simples faz é melhorar tão somente a capacidade de resolver os testes de Q.I., coisa que evidentemente não é o mesmo que aumentar o Q.I. propriamente dito. Não se deixe enganar por exercícios fáceis.

Se o seu objetivo não é aumentar verdadeiramente seu Q.I., mas sim ser capaz de obter um escore alto em um teste deste tipo, talvez para se exibir ou, quem sabe, para satisfazer um ego excêntrico, tais exercícios lhe serão úteis de fato.

Em verdade, para ser capaz de resolver o maior número de questões, tudo o que se precisa fazer é adquirir uma grande quantidade de testes e estudá-los, buscando entender a lógica adotada em cada questão e tentando resolvê-las com a maior velocidade possível. Da mesma forma como um aluno aprende matemática pela prática, é possível ganhar agilidade nestes testes de raciocínio através da atenta repetição.

Estou certo de que, depois de treinar com pelo menos 30 ou 40 testes diferentes, você irá se sair muito melhor quando se submeter a uma avaliação oficial. Com a devida prática, é possível obter escores altíssimos e impressionar aos mais desavisados ou a quem ainda hoje acredita que um teste de Q.I. está medindo a inteligência de uma pessoa.

Mas, a menos que um homem esteja envolvido com a construção de um acelerador de partículas, com o estudo matemático da teoria da relatividade ou com algum projeto de natureza extremamente complexa, melhor faz ele se buscar desenvolver a verdadeira inteligência, ao invés de querer adquirir um quociente intelectual elevado.
[Do livro “Inteligência: caminhos para a plenitude”, de Everton Luiz Spolaor]

Veja, da mesma forma como um jogador de basquete alcança a excelência através de constante treinamento, se você treinar resolvendo muitos testes de Q.I. é certo que na próxima avaliação alcançará uma pontuação excelente. Dará a impressão de ser um gênio. Evidentemente, seu Q.I. não terá sido ampliado, mas a prática lhe dará a habilidade de resolver os testes com facilidade impressionante.

Mas se com a pontuação elevada de um teste de Q.I. você pode impressionar a alguém, enganando-as com uma pontuação falsa, com a verdadeira inteligência você adquire o poder de causar impacto positivo sobre o mundo e impressionar a mais importante das pessoas: você mesmo. Assim, um homem verdadeiro consideraria muito melhor desenvolver uma inteligência verdadeira que ficar enganando aos outros e a si próprio com testes bobos e pontuações ridículas, cuja única finalidade é exacerbar a arrogância e a pequenez de espírito.

Método II - Efetiva ampliação do Q.I.

Este método consta no meu livro, mas em breve colocarei aqui algumas técnicas eficazes.


Conheça o meu primeiro livro:

INTELIGÊNCIA: Caminhos para a Plenitude

Um livro destinado às pessoas que desejam ampliar o poder de pensar.


Índice Q.I.:

É possível aumentar seu QI!
Chega de inteligência interpessoal
Cultura meia-boca, nem pensar!
Meta: Q.I. de 180!
As emoções são burras?
Aprendendo sozinho a língua dos chineses
Desafio SDR - Você é capaz?
Inglês autodidata
Livros espetaculares
Os diversos tipos de inteligência



Comentários dos visitantes

From: "lenardo" [leokbral@yahoo.com.br]
Date: Sun, November 30, 2008 9:44 pm

comentario: Gostei de suas palavras, isto anima a não envelhecermos nunca. Cada dia renovando, aprendendo, experimentando.

From: "gabriel matheus alves de souza" [gdrum12@hotmail.com]
Date: Sun, January 25, 2009 10:41 pm

Parabens pelo site, que é por sinal um dos mais esclarecedores que eu vi.
Abraço e valeu

From: "manoel bruno de sousa barros" [manoelbrunodesousabarros@yahoo.com.br>]
Date: Mon, October 19, 2009 5:08 pm

muito legal cara,foi a coisa mais surpreendente que eu vi sobre esse assunto,valeu irmão tchal

De: Ricardo Oliveira [ricardo-dumal@hotmail.com]

PARABENS!SPOLAOR TEM TODA RAZAO, AS PESSOAS PODEM SIM, AUMENTAR O Q.I, ISSO ACONTECE QUANDO NAO TEMOS PREGUICA DE PENSAR OU FAZER COISAS NOVAS.MUITO INTERESSANTE O ASSUNTO.VLW


Comente este texto:

Para comentar o texto, preencha o formulário abaixo:

    Seu nome :
    Seu email :
    Comentário:




Copyright 2007 by Everton Spolaor
www.sombrasdarealidade.com.br


Início || Contato com o autor: evertonlspolaor@yahoo.com.br