Pois é, minha gente. As pessoas naquela pequena cidade dormiam tranquilamente enquanto uma bomba termonuclear estava sendo lançada no mar, ali ao lado.
Buscando a bomba perdida
Imediatamente, a Força Aérea dos EUA começaram uma busca no mar, tentando recuperar a bomba. Mas depois de seis semanas tentando encontrá-la, eles decidiram deixá-la lá mesmo, enfiada provavelmente a uns 3 metros abaixo da lama do fundo do mar. As equipes de busca foram enviadas para Florence, Carolina do Sul, onde outra bomba de hidrogênio havia caído de um B-47. Neste outro acidente, a carga de TNT da bomba chegou a ser detonada, mas neste caso o mecanismo de detonação da bomba de hidrogênio havia sido removido, o que evitou uma catástrofe gigantesca. Se bem que a área ficou contaminada com radiação.
A equipe de busca jamais voltou a procurar a bomba da Georgia, e os militares pediram outra bomba para substituir aquela que foi perdida, conforme é possível ler em um documento "top secret".
Recentemente um pesquisador oceanográfico rastreou aquela parte do oceano utilizando modernos detectores de radiação e encontrou um ponto no qual a radiação emitida está na faixa de 3000 rads (o normal é cerca de 300). Ou seja, parece que ele encontrou o local onde a bomba caiu. Mesmo assim, estranhamente os militares preferem deixar ela por lá mesmo.
Parece incrível, mas apenas nos primeiros três meses de 1958 a Força Aérea dos Estados Unidos tiveram quatro acidentes envolvendo bombas H. Desde 1945, os americanos perderam nada menos que ONZE bombas atômicas, com poder suficiente para devastar cidades inteiras.
Eles alegam que a probabilidade de explosão acidental é muito remota. Mas o que aconteceria se uma arma destas caísse nas mãos de terroristas?
Será que eles não querem tirar a bomba do fundo do mar porque têm medo que ocorra uma detonação? Ou esta seria apenas mais uma das mancadas que os governos dão de vez em quando?