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Assim, ao invés de buscar um QI de 180 pontos, o que busco agora é um desenvolvimento contínuo da inteligência. Mas como pode um homem elevar sua inteligência? Existem mecanismos, técnicas e exercícios que possibilitam aumentar a capacidade de pensar? Sim, certamente existem. |
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O plano: Eis aqui o meu plano de elevação da inteligência. Evidentemente, mudanças neste plano poderão ser implementadas conforme eu for evoluindo. A princípio, a idéia é desenvolver aquilo que eu chamo de verdadeira inteligência. Existem autores e estudiosos que defendem a existência de inteligências múltiplas, como a inteligência lógico-matemática, a inteligência emocional e a inteligência musical. Mas para mim a verdadeira inteligência é única, e abrange todas estas habilidades. A verdadeira inteligência precisa ver a vida como um todo, não apenas uma faceta dela. Assim, o meu plano de elevação intelectual consiste em desenvolver habilidades intelectuais de áreas específicas do conhecimento humano através da experimentação de atividades complexas de cada uma delas. Simultaneamente, manterei uma constante aquisição de dados que serão compilados através de reflexão apropriada. Eis aqui o meu plano.
REFLEXÕES E TEXTOS ANTIGOS que escrevi sobre minha busca pelo Q.I. de 180 pontos: |
Aplicativos para celulares
Estou aprendendo a desenvolver aplicativos para celulares em linguagem JAVA.
Tenho algumas idéias de softwares, e se eles ficarem bons, colocarei aqui para avaliação.
Todo mundo tem celular, e o leva sempre consigo. Então, nada mais prático que desenvolver programas inteligentes que rodem neste dispositivo. Que tal poder abrir o portão da sua garagem usando uma tecla do celular? Ou usar o aparelho como um radar? |
Projeto Kriee
Cinco engenheiros, incluindo eu, decidiram unir esforços para para buscar soluções eficientes, oferecer orientação sobre assuntos técnicos e lançar no mercado inovações tecnológicas, de processo ou de produto, contribuindo, assim, para elevar a qualidade de vida no mundo em que vivemos. |
Outros desafios pertinentes:
Games!

Não tenho dúvidas de que os games constituem uma ótima ferramenta para desenvolver o raciocínio. Há alguns anos eu gostava de jogos de estratégia. Atualmente prefiro os de matança desenfreada, como o Black, no Playstation 2 (é um game de guerra - foto acima).
Abril de 2010
Comprei uma câmera reflex Nikon D5000. Li o manual de cabo a rabo e baixei algumas apostilas para dominar as técnicas mais apropriadas. No começo me quebrei um pouco e fiz um monte de fotografias horríveis. Mas aos poucos vou melhorando. Veja abaixo duas fotos recentes que fiz em uma plantação de arros. Colocarei outras na seção de fotos de meu perfil do Or kut. Clique aqui para acessar.


Falácias reconectadas
Maio de 2010
Sempre achei que falo mal pra caramba. Mal de ruim, não mal de maldade.
E o motivo de eu achar tal coisa reside no fato de eu realmente falar mal pra caramba.
Muitas vezes digo uma coisa e segundos depois percebo que
usei a palavra errada. Por exemplo, ontem mesmo eu disse "se a gente gostar a gente
faz". Putz. Que frase idiota! É lamentável que nossa boca não tenha um CTRL-Z. Esta
função seria muito útil. Imagina que legal... Alguém faz uma pequena grosseria pra você,
e aí você diz algo como "Olha como fala, seu chifrudo filho de uma égua!!!". Dois segundos
depois você dá um CTRL-Z no beiço, e refaz a frase para algo como
"desculpe, cavalheiro, mas o que dissestes mesmo?".
Pois bem, como ainda não inventaram o CTRL-Z dos beiços, comecei a prestar maior atenção
nas falácias que lanço ao vento diariamente.
Veja, a língua portuguesa é riquíssima, cheia de
possibilidades de combinações de palavras e de expressões, através das quais podemos
nos aventurar formando criativas orações e especulações. Por que deveria eu
contentar-me em perambular pelos lugares comuns da linguagem, se posso aventurar-me
pelas trincheiras, vales e florestas nebulosas das belas orações? Assim, ultimamente
tenho prestado maior atenção na forma e no conteúdo de minhas colocações. Adotando uma
atitude filosófica para com minhas palavras, imagino eu que posso dar a elas um salto
de qualidade.
E pra que serve isso? Oras, como assim, pra que serve isso? É óbvio que isso serve perfeitamente para porcaria nenhuma!
Mas que é bem legal, isso é.
Inteligências múltiplas
Certa vez um amigo me disse que se uma pessoa adquiriu a capacidade de resolver com facilidade problemas de lógica ou de matemática, isso não significa necessariamente que ela ficou mais inteligente, visto que existem outros tipos de inteligência, como a inteligência musical, inteligência emocional etc. Concordo com essa colocação. No meu entender, inteligência é a capacidade de resolver problemas. Quanto maior é a capacidade que uma pessoa tem de resolver problemas, mais inteligente ela é, e não importa o tipo ou natureza do problema. Então, digamos que duas pessoas, João e Maria (dãã...), tenham, cada uma, 20 problemas. Destes 20 problemas, 10 são de lógica e os outros 10 são de relacionamento interpessoal. Passados alguns dias, João conseguiu resolver todos os problemas de lógica, mas não conseguiu resolver nenhum problema de relacionamento. Já Maria conseguiu resolver 7 problemas de lógica e 5 problemas de relacionamento. Neste exemplo, acredito eu que Maria possa ser considerada mais inteligente que João, já que ela resolveu uma quantidade maior de problemas.
Poderíamos pensar que para avaliar corretamente o nível de inteligência de João e Maria, deveríamos considerar pesos para os problemas. Por exemplo, consideraríamos que os problemas de lógica, por serem teoricamente mais complexos que os problemas de relacionamento, tivessem peso 2, e os problemas de relacionamento teriam peso 1. Assim, no somatório, considerando os pesos, João seria mais inteligente que Maria. No entanto, se consideramos que os problemas de relacionamento são mais fáceis de resolver que os problemas de lógica, era de se esperar que João tivesse resolvido todos eles, o que não aconteceu. Como pode alguém ser capaz de resolver um problema difícil e não ser capaz de resolver um problema fácil?
Naturalmente, não podemos confundir capacidade com vontade. Com isso eu quero dizer que às vezes uma pessoa sabe exatamente o que deveria dizer se quisesse agradar a outra pessoa, mas por algum motivo obscuro de sua personalidade ele prefere não fazer este agrado. Assim, o fato de ela não ter resolvido um atrito de relacionamento interpessoal não significa que ela não tenha capacidade de resolver. Significa apenas que ela não quis resolver.
Bem, já que inteligência é a capacidade de resolver problemas, e que - creio eu - essa capacidade pode ser amplificada se submetermos nosso cérebro a desafios complexos, diversificados e inéditos, não estou me submetendo apenas a desafios de lógica. Estou me aventurando por várias vertentes do conhecimento humano. Arte, Filosofia, Literatura, Tecnologia, Medicina... até mesmo as pseudociências e as divagações crédulas que rolam pelo mundo estão na minha lista, como ufologia e feng shui. Vamos fuçar em tudo. Mal é que não vai fazer.
Estarei atualizando esta página conforme forem surgindo novidades, testes, atividades legais etc. Enquanto isso, envie sua sugestão, diga o que você pensa disso, ou sinta-se livre para trocar experiências.
Comentários dos visitantes
From: "L" [lawliet.ryuuzak@hotmail.com]Date: Sat, January 24, 2009 7:12 pm Meus parabens! Embora eu nao o conheça, acredito eu que você tem uma capacidade enorme de chegar aos seus 50 anos com os 180 pontos.Eu quero muito aumentar o meu QI assim como você, pois eu creio em ser capaz disso! Não apenas eu ou você, mas como todos.
legal...
Bom texto, boa reflexão.
gostaria de saber qual a base que vc tem para afirmar que uma pessoa pode melhorar seu qi desde que tenha boa saúde e boa vontade para criar novas sinapses e se tornar um gênio..........gostaria de saber pelo meu email se possível......essa pergunta naum intriga só a min mas várias pessoas........obrigado...
Não adianta nada você citar seu Q.I., em número. Você tem que apresentá-lo em percentis: 98, 95, etc. Esse teste em que você fez 160, por exemplo, se for transformado na escala Stanford-Binet pode representar uns 140, por exemplo, e o de Raven na certa, uns 125. Abraços.
Ae grande, gostei do que tu escreveu, fiz um teste de QI ontem q deu
130, vim procurar e achei muita coisa no google, até o tal do efeito flyyn, que diz
que a população aumenta seu QI a cada 10 anos e dá alguns exemplos de casais com QI
x de terem filhos com QI maior. Alem do que QI maior significa longivitude e mais
saude. Eu nao vou fazer uma lista do que faço, mas é muito parecida com a tua,
tirando algumas linguagens de programação. Entendo espanhol, falo ingles fluente,
gravei um comercial na cabeça em japones de 40 segundos, até hoje falo o comercial e
todo mundo fica espantado uhauhauahauhauha tenho muitos interesses, leio muito,
passo muitas horas no google procurando aquilo que vem na cabeça, escrevo, procuro
imagens "escondidas" na visualização do google earth, devo começar meu curso de
astrofísica daki 2 meses, conheço a maioria das religioes, já realizei rituais
indigenas, e hoje posso dizer que tenho noção de que minha consciencia não está na
matéria. Muitos colegas de trabalho dizem que nao existo,q sou unico,q sou louco!
Você fez observações bem interessantes sobre QI. Também acredito ser possível aumentar o QI fazendo atividades que estimulem novas sinapses no cérebro. Acredito que o meu QI atualmente esteja entre 140 e 150, mas isso não importa muito. O que tenho em mente é que a capacidade intelectual humana não tem limites para crescer. se o ser humano pudesse viver 300 anos, creio que o QI médio da população seria em torno de 250.
Muito legal seu texto; meu Qi deu 100 mais eu quero muito aumentar muito mesmo e meu sonho
Cara, demais sua meta, e adimirável seu equilíbrio. Estou começando minha jornada em busca de optimizar meus potenciais. Não me foco exatamente em QI, mas no desenvolvimento pleno e abrangente das minhas capacidades, e acredito que é possível sim alcançarmos o que quisermos.Abraço, Deus abençõe sua busca!
Everton, deparei com seu blog por acaso, parabéns por esses textos que motivam os leitores.Hoje, sábado dia onze de dezembro de 2.010, fiquei curiosa para saber uma coisa.Você já fez uso das brain machines?Elas aumentam mesmo a cognição?Outra que eu queria saber sobre elas, é quantas são necessárias para termos uma acuidade mental melhor.(o preço de uma já é meio salgado...e eu não sei se uma só basta)O efeito de uma só, mesmo que seus programas sejam variáveis, não seria como o efeito de um refrigerante, que depois de conhecido pelo organismo, deixa de fazer efeito?Ou todas essas máquinas tem os mesmos programas- e por isso, só uma basta?Se o sr.já fez uso de alguma delas, vou ficar no aguardo da resposta, daqui a uns dias voltarei a consultar o blog, para ver a resposta.Se não fez uso delas, diga então que as desconhece.Obrigada da atenção.
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