Quando a gente pensa que sabe todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas.
início do site Envie um email para o autor
As várias formas de ilusão Capital Intelectual Conheça - e compre - as novidades tencológias                       Softwares relacionados Conspirações Seção ufologia: mitos, charlatanismo e a verdade Artigos Tracking Observatório Nossa missão
Você
Seja você mesmo!
Desprograme-se!
Sensação de vazio?
Sua liberdade
Rebele-se!
Filosofadas
Sua Carreira
Você ou a equipe?
Puxa saco?
Capital Intelectual
Selva do trabalho
Seja punk
Toques de Motivação
Mundo de Ilusões
Mundo de Ilusões
Conspirações
Dreamland
Mundo estranho
Telescópio
Estranhos bólidos
Mundo engraçado
Sondas
Seção Ufologia
Referência
Sobre o autor
Nosso Livro
Diário da estrada
Viajadas do autor
Gente que faz


    Everton Spolaor - 03/10/2008
    -- Parte I de sei lá quantas --

    Existe um ditado chinês que diz:

    “Se queres saber alguma coisa, pergunte a um jovem. Eles sempre sabem tudo”.

    Ou melhor, se é chinês, ele deve dizer algo como “Hái da bu shi con yá bi zéééééééééé!!! Hái ni ta de pigu hen piao liang hôôôôôôôôôôôôôô!!!!!!!”, ou qualquer coisa parecida com isso.

    De fato, estou pra ver um jovem que, ao ser questionado sobre um assunto qualquer, responda que não sabe. Eles sempre têm opinião pra tudo.

    O problema é que, na maioria das vezes, a opinião não é verdadeiramente deles. O que eles fazem é reproduzir a opinião alheia, escolhendo aquela que mais os agradar.





Sempre que me interesso por um assunto novo, faço de tudo para ter condições de ter uma opinião decente a respeito. Se não conheço um determinado tema e alguém perguntar o que penso sobre ele, direi simplesmente que não penso nada, porque não sei nada.

Certa vez eu tinha uma coleção de aproximadamente 3 mil latinhas de cerveja, organizadas em várias prateleiras na parede de casa. Havia latinhas de todos os tipos, tamanhos e origens. Algumas eram de países que já nem existem mais, como a Tchecoslováquia. Outras exibiam nomes estranhos que estavam relacionados ao tipo de cerveja, como stout, pale, ale, pilsen, bock, weizen etc. Minha curiosidade fez com que eu comprasse alguns livros sobre cerveja, e então entendi o que eram todos aqueles nomes. Mas eu não achei suficiente apenas ler o que as outras pessoas escreveram sobre a cerveja. Queria criar meu próprio conhecimento. Então comprei cinco quilos de cevada, lúpulo e malte, e depois de muitas horas e muita sujeira, fiz minha própria cerveja em casa. Agora sim, eu posso dizer que conheço alguma coisa sobre esta deliciosa bebida. Antes eu não sabia nada, agora sei um pouquinho e posso ter minha própria opinião.

Fiz exatamente a mesma coisa a respeito de um tema polêmico da modernidade: os discos voadores!

Calma, eu não construí um disco voador no porão de casa.

Em uma data esquecida do meu passado longínquo, há alguns milhões de anos, quando eu tinha em torno de 15 anos de idade, ou talvez um pouco menos, estava deitado na minha cama quando, ao olhar pela janela do quarto, vi uma coisa mais esquisita que gorda andando de bicicleta. Sobre um prédio distante, uma luz imensa estava se movendo vagarosamente, da esquerda para a direita. A princípio pensei tratar-se de um helicóptero, mas subitamente aquela luz fez um movimento extremamente rápido e irregular, coisa que se fosse feita com um helicóptero ou avião, transformaria seus ocupantes em recheio de lasanha.

Pensei comigo mesmo: “Putz que pariu, o que diachos era aquilo?”. A tal luz então voltou para a esquerda e sumiu no horizonte com uma velocidade impressionante. Imediatamente, para tentar entender o que tinha cabado de ver, avaliei mentalmente todas as possibilidades: meteoro, avião militar, balão, foguete, superman, mulher maravilha, homem aranha com uma lanterna na mão, relâmpago, canhão de luz apontado para uma nuvem, gás do pântano, holofote dos thundercats, alucinação, imaginação, sujeira no olho, vaga-lume mutante gigante, planeta, nuvem lenticular, assombração, pipa com lamparinas voadoras, satélite, aeromodelo controlado por controle remoto, passarinhos voando em grupo com tinta luminescente no corpo, Drácula, dirigível da Good Year, cabeça da Carla Perez (vive nas nuvens), gnomo voador, bruxa com vassoura tunada, papai Noel, disco de pagode sendo incendiado e lançado ao espaço por um metaleiro revoltado, miragem... Nenhuma destas possibilidades parecia se encaixar no que eu havia visto. Então, só sobrou uma explicação: seres alienígenas!

Pensei comigo mesmo:

“Nossa, será que aquilo era um dos tais discos voadores que alguns malucos dizem ter visto por aí? Vixe! Então não é mentira... que loko!”

No dia seguinte, e durante vários anos, me atraquei a pesquisar o máximo possível sobre a possibilidade de um bicho pensante que vive em outro planeta viajar até a Terra para atrapalhar o sono das pessoas que estão com a janela aberta, olhando pras estrelas. Será que é possível? Existem outros mundos habitados lá fora? E essas histórias que contam por aí, sobre aparições de discos voadores, chupacabras, chupavaca, chupapapagaio e outros chupadores do espaço? Será que é tudo alucinação e mentira de gente doida que só quer aparecer? Ou existe algum fundo de verdade nestes relatos?

Ao longo de vários anos eu pesquisei este tema. Conheci muita gente doida, místicos idiotas, ufólogos dizendo um monte de asneiras sobre radiação, sobre sondas espectrais, sobre seres feitos de plasma que enviam mensagens telepáticas... Acampei no topo de morros para observar o céu à noite, troquei correspondências com astronautas da NASA, com astrônomos de diversos países, com físicos, com entusiastas do que chamam de ufologia, com fanáticos que tratam o assunto como uma religião... Li dezenas de livros, documentos da aeronáutica, do exército, da ONU e de diversos órgãos governamentais, assisti uma variedade enorme de vídeos, vi uma porrada de fotos de supostas naves... Enfim, me atraquei neste assunto e hoje posso dizer que conheço um pouquinho sobre a possibilidade de o nosso planeta ter sido visitado por seres de outros mundos. Agora o mano aqui vai compartilhar, com quem quiser, o que descobriu nestas aventuras todas.

Entonces, aguarde a parte II deste textículo e manda aí o que você pensa sobre o assunto.

Um abraço!

Everton Spolaor

Veja também:

Ufologia: os donos da verdade





Comente este texto:

Para comentar o texto, preencha o formulário abaixo:

    Seu nome :
    Seu email :
    Comentário:





Copyright 2007 by Everton Spolaor
www.sombrasdarealidade.com.br


Início || redespot@yahoo.com.br